Vai ser careta assim lá na Cidade do Rock!

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Se eles vão sem droga nenhuma, é porque querem FICAR NA ABA!

Um clipe desses tem tanta piada pronta, que eu nem sei por onde começar…

Jota Quest, Claudia Leitte… é metalinguagem o lance da droga?

Bem, meu Oscar de interpretação vai pro “funcionário” do estúdio, “curtindo à beça a mensagem” em 3:13s.

Vou fumar um pra esquecer.

Sim, nós fumamos Tupac

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Ao contrário do que você pensa, ainda não é uma maconha batizada com o nome do rapper, nem o filme How High.

Recentemente em entrevista a Vlad.tv o grupo de rap Outlawz confirmou ter fumado as cinzas do Tupac misturada com maconha. E.D.I. Mean, Young Noble e Hussein Fatal lembram que foi no dia da cerimônia de cremação, eles foram a praia e levaram várias coisas que o Tupac gostava, asas de frango, refrigerante de laranja e é claro, maconha.

Young Noble diz que estavam com um baseado californiano e com as cinzas do corpo do rapper, mas que não lembrava de quem foi a idéia de misturar as cinzas com a maconha. E.D.I. Mean, lembrou e disse que a idéia fora dele, pois era um pedido do próprio Tupac contido na música Black Jesus “Último desejo, manos, fumem minhas cinzas.”

O preço da maconha nos EUA

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Facilmente reconhecida pela lombada quadriculada e as cores berrantes da capa, a Wired Magazine é uma revista publicada desde 1993 nos Estados Unidos. Sempre focando nas transformações tecnológicas e seu reflexo na sociedade e economia a revista já publicou inúmeras pautas sobre maconha, indo desde estudos sobre seus efeitos no cérebro até o lançamento dos mais curiosos apetrechos para fumar ou “se vale a pena perguntar sobre a legalização da maconha nos chats on-line do presidente Obama”.

Na edição que chega as bancas em Setembro de 2011, a Wired Magazine publica um mapa infográfico que mostra o preço médio da onça (aproximadamente 29,57g) da erva por todo território norte-americano e também as penas máximas para multa ou prisão em cada estado. O resultado é simplesmente sintetizado na abertura da página “Enquanto 14 estados consideram a maconha remédio, outros continuam impondo sentenças pesadas – incluindo prisão – para o simples uso. O resultado é um mercado fragmentado com preços que variam selvagemente em cada região.”

O mapa é baseado (opa!) num estudo chamado Data Shadows of an Underground Economy: Volunteered Geographic Information and the Economic Geographies of Marijuana (Sombras de dados de uma economia subterrânea: Informação geográfica e a economia geográfica da maconha) realizado pela organização de cyber-cartográfos “Floating Sheep”. Os dados foram recolhidos através de mais de 17mil relatórios inscritos por usuários anônimos no site www.PriceOfWeed.com. Você também pode colaborar com o estudo, informando o preço da erva na sua região, o artigo completo, ainda carente de revisão acadêmica, pode ser baixado no blog da Floating Sheep.

“Maconha ilegal passou do ridículo”, diz ator Elijah Wood

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A lista de celebridades que saíram do armário com relação à maconha ganhou um reforço de peso na última semana. Em entrevista à revista High Times, o ator americano Elijah Wood explicou a ligação entre a cannabis e os bastidores de Hollywood. O Frodo, de Senhor dos Anéis, contou que a erva já é cultural na cidade e que flagrar transeuntes fumando baseados pelas ruas não causa qualquer espanto.

“Chegou num ponto onde parece ser parte natural da vida das pessoas. Com certeza não é tabu. As pessoas se sentem muito livres para falar a respeito. [A maconha]Não parece estar escondida ou jogada para debaixo do tapete”, contou o ator.

Mesmo não curtindo muito a erva, por não tolerar bem os efeitos, Elijah Wood defendeu o uso recreativo e medicinal. “Para ser sincero, não sou um grande fumador de beque – nunca me dei muito bem com ela [a maconha].  Sei de algumas pessoas que têm receita médica. Tenho amigos que fumam e têm fumado há anos. Sempre quis alcançar esse conforto e tolerância [aos efeitos], mas não tenho tolerância nenhuma. Mesmo assim, sempre fui um defensor”.

Sobre a urgência de mudanças nas leis que regulamentam a cannabis nos Estados Unidos, o ator foi assertivo. “Eu acho que a noção de que a maconha é ilegal já passou do ponto do ridículo há muito tempo. Parece meio bobo criar tensão em cima de algo que é tão natural. Estamos gastando dinheiro do contribuinte e prendendo gente por algo tão inofensivo.”

Primeiras fotos do leitor semSemente

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Em apenas quatro dias o primeiro concurso semSemente de fotos do leitor já recebeu várias inscrições, algumas até com o cultivador mostrando a cara! Queremos lembrar no entanto, que para ser publicada na revista, a foto deve conter o nome “semSemente”.

O nome da revista da cultura canábica registrado de alguma maneira na foto é a única maneira que temos de saber que a foto foi produzida exclusivamente para o concurso. As melhores fotos serão publicadas na primeira edição da semSemente, e os vencedores receberão a revista em casa junto de brindes dos nossos anunciantes.

Para concorrer basta enviar a foto em alta resolução (300dpi) para revista@semsemente.com Valem fotos de plantas e cultivos ou outras fotos criativas com maconha, mostrando a cara ou não.

Primeiro concurso semSemente de fotos do leitor

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Em breve a primeira edição da semSemente chega as bancas e lojas especializadas do país celebrando a cultura canábica e lutando pela legalização da maconha. Você tem a chance de ser parte dessa história participando do nosso primeiro concurso de fotos do leitor. Para participar basta enviar uma foto com o tema “Bem-vinda semSemente” para revista@semsemente.com

Valem fotos de cultivos, camarões, baseados e até mesmo duendes de durepox desde que apareça alguma mensagem de boas vindas para a revista. Os cultivos mais impressionantes e as fotos mais criativas serão publicadas na primeira edição da semSemente e os fotógrafos receberão a revista em casa junto de alguns brindes dos nossos patrocinadores.

Filminho jóia!

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A partir do dia 02/set, entra em cartaz no Cine Jóia (Av. Nossa Sra. de Copacabana 680, Rio de Janeiro) o documentário “Cortina de Fumaça”, com direito a debate aberto!

Enquanto isso, nos EUA… população defende a legalização

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Uma pesquisa realizada pelo instituto Angus Reid Public Opinion constatou que a maioria dos americanos continuam acreditando que a maconha deveria ser legalizada, apesar de não apoiarem a regulamentação comercial das outras drogas. A enquete ouviu 1.003 americanos adultos, em diversos estados do país. Desse montante, 55% dos entrevistados apoiam a legalização, enquanto 40% se opõem à ideia.

O grupo das pessoas a favor é formado por democratas (63%), autônomos (61%) e homens (57%), com idade entre 35 e 54 anos (57%). A despeito das outras drogas, apenas 10% dos americanos apoiam a legalização do ecstasy e porcentagens ainda menores foram coletadas quando o assunto são substâncias pesadas, como cocaína (9%), heroína (8%), metanfetamina (7%) e crack (7%).

Outros dados da pesquisa dão conta de que apenas 64% do dos americanos acreditam que o país tem sérios problemas de abusos de droga por todo sua extensão, contra 20% que observam que os problemas são específicos a determinadas áreas e pessoas. O levantamento conclui, ainda, que um entre 20 americanos, o que corresponde a 5%, acha que não tem sérios problemas com as drogas.

A pesquisa mostra claramente que ainda existe muita confusão quando o assunto é a legalização das drogas. No entanto, aponta para um quadro mais esperançoso, principalmente no tocante à questão da cannabis. Aparentemente, a regulamentação da cannabis medicinal em estados como Califórnia, Colorado, Novo México e Nova Jersey, causaram um impacto positivo na opinião pública, que não vê mais a maconha no mesmo bojo das outras drogas.

E o mais interessante. Apesar de todos os desencontros, a maior porcentagem colhida pela pesquisa foi na pergunta sobre a “guerra às drogas”: 67% acreditam que a política falhou nos EUA, contra apenas apenas 9% que pensam que as estratégias obtiveram sucesso.

Realmente, a ineficácia da política proibicionista e os estragos causados por ela já começam a saltar aos olhos – vermelhos ou não – da maioria.

O brasileiro é a favor do tráfico

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Não surpreende. Em um país tomado pela corrupção em todas as instituições que deveriam garantir seu funcionamento e o bem estar da população, o povo só pode estar do lado errado…

Eis que uma pesquisa divulgada hoje no site da Folha revela um número preocupante: 78,6% dos brasileiros são contra a descriminalização das drogas. A pesquisa foi realizada pelo Conselho Nacional de Transportes em conjunto com o SENSUS. No mesmo levantamento, fica exposta outra faceta conservadora da sociedade brasileira: 56% dos nossos compatriotas são contra união estável homoafetiva. O trabalho contou com 2.000 entrevistas em 24 estados e tem margem de erro de 2,2%.

Assim que nos deparamos com esses dados, vem a dúvida: o que esses 78,6% sabem sobre descriminalização? A própria pesquisa responde: 82,2% deles afirmam acompanhar ou pelo menos saber que se está discutindo a questão no País. O que não quer dizer nada, dada a maneira como a questão é exposta na mídia de massa, a grande mãe educadora.

O uso indiscriminado da palavra “liberação” para falar de descriminalização e legalização, a falácia de que se trata de um favorecimento ao tráfico, o uso da retórica maldosa que sempre traz uma pitada (gigante) de preconceito e moralismo, são evidências de que a pesquisa apurou certo, mas concluiu errado: os 78,6% são é desinformados – embora acreditem que não.

Tá difícil levar a informação adiante nessa gritaria em que ninguém se escuta. É preciso ser persistente, paciente e pensante. É preciso discutir. Mesmo que a histeria seja generalizada, precisamos manter a calma e a paz. Nesse sentido (e em todos os outros), estamos do lado certo.

Embalagens para maconha assinadas por designers

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A Print Magazine se mostrou uma entusiasta da legalização e pediu para quatro estúdios de Design produzirem embalagens de maconha, caso a erva fosse legalizada. O Lust, de Amsterdã; Stromme Throndsen Design, de Oslo; Base, de Nova York e The Heads of State, da Filadélfia apresentaram seus projetos:

Veja todos os trabalhos aqui: http://printmag.com/Article/Building-a-Better-Baggie